Marcas conduzem as decisões do cliente. Marcas impulsionam os resultados financeiros. 

Marcas impulsionam a diferenciação. De acordo com o paper “Branding Business”, da McKinsey, os tomadores de decisão consideram a marca um elemento central, em vez de ser apenas um elemento marginal da proposta de um fornecedor. O estudo apresenta a correlação entre a força da marca e o seu desempenho – o resultado? Empresas com marcas que são percebidas como fortes geram uma margem de EBITDA mais alta do que outras. Isso significa que vale muito a pena investir no branding. Marcas fortes normalmente impulsionam os resultados financeiros acima da média e o desempenho financeiro, por sua vez, fortalece a marca – um ciclo virtuoso. E, para nós, da ABEDESIGN, isso faz muito sentido. 

https://www.mckinsey.com/~/media/McKinsey/Business%20Functions/Marketing%20and%20Sales/Our%20Insights/B2B%20Business%20branding/1-McKinsey-Business-Branding-Bringing-Strategy-to-Life_0.ashx

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Em 1965, no Newport Folk Festival, Bob Dylan conectou sua guitarra em um amplificador e começou a tocar seu primeiro arranjo totalmente elétrico. Os acordes eram os mesmos de antes, mas os arranjos eram novos – um novo som para uma nova era. 
As estratégias de branding hoje se assemelham à música de Dylan: os tempos mudaram. Os consumidores agora pulam de marca para marca, produto para produto e de site para site com apenas um movimento de suas mãos. Ao mesmo tempo, a relevância das marcas permanece alta. As marcas são “faróis de confiança”. Quanto mais opções os consumidores têm, mais importantes esses faróis se tornam.  
E em tempos de pandemia e compras online, a redução de risco é a função mais importante de um marca, muito à frente do benefício da imagem e da eficiência da informação. Uma marca forte irradia confiança e protege os clientes do risco de fazerem a escolha errada. 

Dito isso, é hora das estratégias de branding “ficarem elétricas”. 

https://www.mckinsey.com/business-functions/marketing-and-sales/our-insights/the-future-of-brand-strategy-its-time-to-go-electric

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A pandemia de Covid-19 foi a disrupção do século. Em entrevista para a HSM, Stella Brant, sócia e CMO da Liv Up, foodtech de alimentação saudável, falou sobre o futuro das ações. Para ela, as pessoas precisam de marcas confiáveis e por isso, em momentos de crise, como no caso da pandemia, as estratégias de branding focadas em causa e propósito devem ser intensificadas. Além da necessidade de conscientização das marcas, a empatia é outra lição que deve ficar como legado da quarentena. Para nós, da ABEDESIGN, agora temos a oportunidade de usar a pandemia para fazer as coisas de maneira diferente e construir marcas melhores que sejam mais sustentáveis, resilientes e inclusivas 

https://lp.sankhya.com.br/hsm-e-depois-da-pandemia

*Conteúdo desenvolvido por Patrícia Presas – Diretora de Conteúdo ABEDESIGN